30/01/12

40 CURIOSIDADES DO MUNDO DA LITERATURA


O escritor brasileiro Aluísio Azevedo (imagem acima) tinha o hábito de desenhar e pintar os personagens de seus livros sobre papelão.

No início da carreira, o escritor George Bernard Shaw teve que ser sustentado pela mãe por que não conseguia vender seus livros.

O primeiro volume de Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, foi publicado às custas do próprio autor, uma vez que havia sido recusado por diversas editoras.

O poeta Carlos Drummond de Andrade publicou o seu primeiro livro, com tiragem de 500 exemplares, com o dinheiro do próprio bolso.

Foi com suas últimas economias que o escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez publicou sua obra-prima Cem Anos de Solidão. A primeira tiragem de oito mil exemplares se esgotou em 15 dias.

O poeta chileno Pablo Neruda só conseguiu publicar seu primeiro livro, Crepusculário, depois de vender todos os seus bens para financiá-lo.

A ópera La Traviata, de Giusepi Verdi, foi inspirada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas, filho.

A ação do livro Ulisses, de autoria do irlandês James Joyce, transcorre num único dia. Até hoje, a data é celebrada pelos fãs do escritor no que se convencionou chamar de “Blomsday”.

Apesar de ser conhecido apenas como romancista, o brasileiro José de Alencar também escreveu várias peças de teatro. Entre as suas peças estão “Nas Asas de um Anjo”, “Mãe” e “O Demônio Familiar”.

O irlandês George Bernard Shaw exerceu também a função de jornalista durante toda a vida.

O poeta português Fernando Pessoa foi criado na África do Sul e teve o inglês como a sua segunda língua.

Guimarães Rosa, famoso escritor brasileiro, morreu três dias depois da sua posse na Academia Brasileira de Letras.

A escritora cearense Raquel de Queiróz foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.

Existe uma lenda de que o poeta Álvares de Azevedo nasceu na biblioteca da Faculdade de Direito de São Paulo. A verdade, no entanto, é que o autor de Lira dos Vinte Anos veio ao mundo na casa do seu avô materno.

Existem dúvidas e mais dúvidas à respeito do Homero histórico e sobre as obras Ilíada e Odisséia. A origem e até a existência de Homero são incertas. Alguns estudiosos acreditam que tanto a Ilíada quanto a Odisséia são de autores diferentes. Outros acham que Homero compilou suas obras de poemas populares.

A poetisa chilena Gabriela Mistral foi a primeira personalidade literária latino-americana a receber o prêmio Nobel.

A norte-americana Toni Morrison foi a primeira pessoa negra e a oitava mulher a ganhar o prêmio Nobel. Morrison foi escolhida para o Nobel de literature de 1983.

O escritor nigeriano Wole Soyinka foi o primeiro africano a ganhar um prêmio Nobel.

O escritor e filósofo francês Jean-Paul Sartre rejeitou o prêmio Nobel de literatura de 1964.

Dom Quixote, obra-prima do espanhol Miguel de Cervantes, obteve um sucesso tão grande na época da sua publicação que um anônimo escreveu uma segunda parte do romance.

O romance Os Tambores de São Luís, do brasileiro Josué Montello, possui nada mais, nada menos que 400 personagens.

A poetisa goiana Cora Coralina só não participou da Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo, por que seu marido não permitiu.

O nome do grupo de rock The Doors foi inspirado no livro As Portas da Percepção, do britânico Aldous Huxley.

Exímio jogador de xadrez, Machado de Assis publicou um dos primeiros simulados do jogo em jornais.

Na juventude, o escritor peruano Mario Vargas Llosa foi obrigado a esconder seu talento para a literatura por causa do preconceito da sociedade da época. Preocupado, o pai o enviou a uma academia military onde, segundo o próprio Vagas Llosa, ele viveu um “verdadeiro inferno”.

O poeta português Fernando Pessoa costumava escrever sob pseudonimos. Ao longo da vida, ele criou mais de 70 pseudônimos. Os mais conhecidos são Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caieiro.

Outro grande nome da literatura que costumava escrever utilizando diferentes pseudônimos foi o escritor brasileiro Raul Pompéia. Ele escrevia seus contos, crônicas e artigos de jornais utilizando pseudônimos como Pompeu Stell, Raulino Palma, Fabricius, Rapp, Y e Um Moço do Povo.

Na época em que exercia a medicina, o escritor Guimarães Rosa costumava atender seus pacientes em casa. Rosa também foi diplomata e era fluente em diversos idiomas: inglês, francês, italiano e alemão (também arranhava o russo, o húngaro e o mandarim).

Segundo uma biografia da escritora Mary Shelley, o personagem Frankstein surgiu de um pesadelo numa noite de tempestade.

Sidney Sheldon foi o único escritor a receber três dos mais cobiçados prêmios da indústria cultura norte-americana: o Oscar (cinema), o Tony (teatro) e o Edgar (literatura de suspense).

Júlio Verne, autor do clássico A Volta ao Mundo em 80 Dias, previu em pleno século XIX a invenção de aparelhos como o fax, a televisão, o ar-condicionado, a escada-rolante, o helicóptero e o submarino.

A escritor Agatha Christie tinha mania de comer maçãs na banheira e de colecionar macaquinhos de pelúcia.

O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.

O grande escritor francês Victor Hugo costumava pedir ao criado que lhe escondesse as roupas; desse modo, não tendo o que vestir, podia ficar em casa para escrever.

Mário de Andrade também tinha as suas manias. O autor de Macunaíma e Paulicéia Desvairada era obcecado por cartas. Mário respondia a todas as cartas que recebia. Detalhe: nos seus pouco mais de 50 anos, ele recebeu sete mil correspondências.

A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.

Até hoje, foram produzidos mais de 400 filmes baseados na obra de William Shakespeare.

O brasileiro Monteiro Lobato era um excelente desenhista.

A caligrafia do escritor Machado de Assis era tão ruim que, às vezes, até ele tinha dificuldade de entender o que escrevia.

O escritor Georges Simenon publicou em toda a vida 425 livros. Dizem que Simenon chegou ao ponto de escrever um livro por dia. Destes, 84 são com o personagem Inspetor Maigret

Um comentário:

sweety mosa disse...

Olá adorei o blog, sou uma curiosa por natureza e adoro literatura. Esses autores fazem-me refletir sobre o poder da força de vontade, determinação em seguir os nossos ideais e trabalho árduo para atingi-los. Imortais todos eles, que essas obras e exemplos de vida continuem a influenciar positivamente as gerações.
Aos interessados, gostaria que visitassem o meu blogue tb sobre literatura http://onossojardimliterario.blogspot.com